GAME OF THRONES POR UM OLHAR AMAZING.

A série Game of Thrones por vezes foi questionada pela quantidade de subtramas existentes, a mesma é uma transformação dos livros de fantasia épica escrito pelo roteirista e escritor de ficção científica George Raymond Richard Martin, conhecidas como “As Crônicas de Gelo e Fogo”.

A série foi gravada no Canadá, Croácia, Islândia, Malta, MarrocosEspanhaReino Unido, Estados Unidos e também na República da Irlanda, vindo a estrelar no dia 17 de abril de 2011. Em sua primeira temporada a série Game of Thrones foi indicada em vários prêmios dentre eles podemos citar o Emmy do Primetime de melhor série de drama e o Globo de Ouro de melhor série dramática, alcançando um total de 38 Emmys acumulados em seis temporadas assim tendo o êxito de ser reconhecida como a série mais premiada da história, superando outras tão importantes.

Todavia a história se passa em um lugar chamado Westeros tida como uma espécie de Europa Medieval onde se narra histórias de algumas famílias conhecidas de “casas” em seus conflitos interpessoais, políticos e culturais. Assim tem a chegada do inverno e sucessivamente de uma ameaça.

Contudo vale resaltar que em Westeros a passagem de uma estação para outra pode durar anos. Assim outras famílias e personagens são apresentados no decorrer da história, mas parece que essas quatro casas lideram os acontecimentos inicias e marcantes das crônicas. A premissa da narrativa é só o começo de uma história que parte para um jogo de traições e alianças entre essas casas, ocasionando uma sangrenta corrida para ver quem vai comandar Westeros e sentar no trono de ferro.

Além do novo recorde de audiência na televisão, em se tratando das redes sociais os números em torno da série são ainda mais surpreendentes. Em um processo que monitorou a repercussão de cada um dos dez capítulos da recente temporada no Facebook, Twitter e Instagram, a agência R18 desenvolveu um curioso infográfico. Trata-se de um conjunto de informações com o número de postagens sobre a série, que por sua vez estados brasileiros mais discutiram o tema, além de informações sobre qual é o personagem mais citado da série durante a temporada. Desta forma podemos dizer que a série Game of Thrones conseguiu grandes êxitos em suas exibições.

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Faculdade Unicampo e Amazing juntas.

Ensinar inglês de forma objetiva é a missão da Amazing. Por isso, a escola vem se aprofundando e especializando no ensino efetivo da língua inglesa, aumentando o número de escolas ativas, gerando empregos e contribuindo para o crescimento de cidades. E esta é a vez de Campo Mourão.

A Faculdade Unicampo além de se destacar no cenário de ensino superior, traz novidades para a população Morãoense. A instituição aposta no sucesso das pessoas por meio do conhecimento e pensando no triunfo de seus alunos trouxe para o Campus uma metodologia de inglês objetivo, que viabiliza possibilidades de alunos evoluírem com a com faculdade, cidade, país ou mundo.

A Amazing se instalou na Faculdade UNICAMPO, e quer ser referência de uma escola séria, profissional, com ensino de qualidade.

Para essa unidade do CAMPUS da UNICAMPO, a escola apresenta o curso Smart English. O mesmo tem o objetivo de levar alunos à fluência em 03 anos, com abordagem comunicativa, foco em conversação e material contextualizado.

O curso acompanha o ano letivo das escolas, faculdades e universidades, conciliando o inicio e o termino com o ano letivo das instituições de ensino.

O Smart English também é voltado para o teste TOEIC, onde os alunos poderão comprovar seu nível de inglês com certificado internacional.

Convidamos à todos alunos, colaboradores e comunidade à conhecerem nossa

FCV agora é polo da Amazing English

Faculdade Cidade Verde (FCV) e Amazing Intelligent English School firmaram parceria para facilitar ainda mais o acesso a uma formação completa e de qualidade.

Agora a FCV é um polo da Amazing, sede suas salas, amplas e climatizadas, para as aulas de inglês.

E o melhor, com a parceria, alunos e colaboradores FCV, bem como todos seus familiares, ganham 50% de desconto no valor do curso.

Quem não tem vínculo com a FCV, mas escolher nosso espaço, também ganha. Confira seus descontos.

Faça as contas: o valor da mensalidade é de R$199,00. Imagine só pagar metade disso!

David Bowie

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Minhas memórias sobre David Bowie são sempre muito nítidas e eu sei o porquê. Toda vez que o artista ressurgia na mídia, a mudança de visual e de estilo era drástica e notável. Desde a primeira memória que tenho dele, David é impactante: O filme de aventura e fantasia “Labirinto: A Magia do Tempo” no qual Bowie interpretava o Rei dos duendes também compondo e cantando algumas das canções da trilha. Impossível também não notar que no clipe de “Lazarus” de seu último trabalho, o inspirado álbum “Blackstar”, o camaleão perfeccionista e performático até nos seus últimos momentos encena a própria morte. Sim, ele sabia. Batalhando por 18 meses contra um câncer no fígado sem divulgar à imprensa, o artista faleceu dois dias após o seu 69o aniversário e o lançamento de seu 25o álbum de estúdio, deixando aos fãs o seu presente de partida, mais uma vez uma reinvenção de sua ‘persona’ e experimentos musicais inovadores flertando com o jazz e o progressivo. Até mesmo os músicos de jazz envolvidos na gravação do álbum desconheciam sobre sua doença, apesar das letras que parecem revelar um homem lutando com sua própria mortalidade.

Desde suas primeiras gravações nos anos 60, Bowie empregava uma variedade de estilos musicais nas suas composições. Notório inconformado, David parecia tirar sua força e carisma da experimentação e inovação sempre incluindo elementos clássicos e teatrais aos seus shows. O começo de sua carreira como ator é inclusive anterior ao seu surgimento como músico e intérprete. Talvez daí venha o desejo de encarnar novos papéis, novos personagens. Toda vez que estava prestes a entrar em estúdio, parceiros recorrentes de Bowie dizem que ele escrevia um intenso manifesto apontando tudo que ele achava de errado no meio musical da época e assim vinha a vontade de mudar, de trazer o novo.

Lembro-me sempre de “Let’s Dance” de 1983 povoar as rádios de minha infância assim como de “Hearts Filthy Lesson” de 1995, que aparecia nos créditos finais do filme do mesmo ano de David Fincher “Se7en: Os Sete Crimes Capitais” com suas tortuosas guitarras logo após o chocante fim do filme. Nos anos 90 aliás, onde a MTV lançava álbuns acústicos campeões de venda, ano após ano, a única exigência da emissora tinha com as bandas e artistas que fechavam os contratos dos álbuns, é a de que deveria ser feito um ‘cover’ de um artista proeminente e não obstante Kurt Cobain selecionou David Bowie e a maravilhosa canção “The Man Who Sold The World” reintroduzindo Bowie a uma nova geração que apreciava o ‘grunge’.

A inquietude marca a carreira de Bowie e suas posições políticas e religiosas. Questionar a sua espiritualidade sempre foi um fator relevante nas suas composições musicais. Certa vez, um monge budista disse ao andrógeno alienígena: “Você não quer ser budista. Deveria continuar seguindo a música. ” Disse uma vez em uma entrevista de 1975 que se sentia vagando entre o ateísmo e o gnosticismo e que se sentia completamente e absolutamente sozinho. Como sempre foi, um pária. Um artista a frente de seu tempo. Em seu último trabalho, a canção “Lazarus” começa com os dizeres: “Look up here. I’m in Heaven.” (Olhe aqui para cima. Estou no paraíso. Em tradução livre). Estamos olhando David. E ainda estamos atônitos.

Cidadãos do mundo globalizado

Pessoal, eu não sei, mas penso que pra que a gente se considerar cidadão do mundo globalizado de hoje não basta estar conectado na rede mundial. Precisamos falar a língua que o mundo fala. E qual é a língua que o mundo fala? Inglês, não é? Então se você quer se considerar uma pessoa moderna, “antenada”, cidadã do mundo você precisa saber falar em Inglês.

Na minha última viagem a fui a Nova York (andava na rua querendo cantar “I wanna be a part of it…New York, New York). É uma cidade fantástica. Bem, daí eu dei a mim mesmo uma missão, achar uma pessoa em Nova York que fosse de Nova York e também uma forma de fazer amizades. Todos que numa fila em um coffee shop ou num ponto qualquer da cidade (bar, restaurante, etc…) Fosse um transeunte ou um garçom, eu aproveitava pra perguntar durante um chat “By the way, where are you from?” E acreditem não encontrei ninguém de NY. Conversei com gente de lugares como Grécia, Dinamarca, Índia, Paquistão, Cazaquistão, Canada, Inglaterra, e quando eram americanos eram de outros estados como California, Massachussets e etc. Me vi várias vezes rodeado por pessoas de vários países conversando sobre qualquer coisa e tínhamos sempre duas coisas em comum, não éramos dali e sabíamos falar em Inglês!!

Aí sim, eu me sentia um cidadão do mundo!!

A importância da Língua Inglesa no âmbito social.

O aprendizado de uma Língua Estrangeira, sobretudo o Inglês permite ao aluno o contato com novas culturas e civilizações, facilitando sua assimilação, além de auxiliar num aumento significativo de suas perspectivas profissionais e culturais. A Língua Inglesa tornou-se imprescindível devido sua importância como instrumento de comunicação universal e meio de integração do mundo atual, caracterizado pelo avanço tecnológico e pelo grande intercâmbio entre os povos. O conhecimento de uma nova língua é cada vez mais necessário no mundo atual, em virtude das exigências profissionais. O não conhecimento da Língua Inglesa, pode ocasionar um entrave que impede o acesso ao mundo contemporâneo, fechando o acesso a conhecimentos construídos fora do país, além de restringir a contribuição efetiva na produção e desenvolvimento do processo tecnológico internacional.